ENFERMAGEM E SUAS DIFICULDADES

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Administração Hospitalar

Administração Hospitalar

ADMINISTRAÇÃO HOSPITALAR:

Quais funções da Gerente do Serviço de  Enfermagem

 Estruturar, organizar e dirigir as atividades de enfermagem nas unidades de tratamentos do hospital, desenvolvendo planos estratégicos de ação a médio e longo prazo.

 Definir o programas de assistência a pacientes graves e de alto risco, bem como desenvolver soluções de problemas técnicos e operacionais, assegurando a qualidade da assistência. Acompanhar o desenvolvimento e a qualidade dos serviços prestados pela equipe de enfermagem através de planos de atividades, relatórios, reuniões e exames de expediente, avaliando resultados e identificando os desvios.

 Elaborar estudos de previsão de pessoal e materiais necessários às atividades.

 Acompanhar a montagem de escalas de serviço / folgas de acordo com a capacidade de atendimento, a fim de evitar interrupções nos trabalhos.

 Promover e participar de reuniões junto a equipe de enfermagem, corpo médico e administração do hospital, expondo situações que necessitam de acompanhamento sistemático, apresentando ou buscando soluções para a melhoria da assistência prestada. 

 Elaborar relatórios estatísticos, comunicações internas, documentos destinados a órgãos públicos, supervisionar o preenchimento de formulários específico, visando atender necessidades internas, normas regulamentadoras e demais situações previstas na legislação da saúde.

 Assessorar os diversos setores do hospital, no tocante a aplicação das normas e procedimentos de enfermagem, orientando quanto aos procedimentos a serem seguidos, dirimindo dúvidas e propondo soluções.

 Avaliar os desempenhos individuais da sua equipe de trabalho, definindo e orientando quanto as ações e treinamento profissional para os que apresentam necessidade de desenvolvimento. 

 Propor e solicitar alterações funcionais, salariais, admissões, demissões e férias, autorizando transferências, aplicando medidas disciplinares e mantendo-os informados quanto as políticas, normas e procedimentos do hospital.

 Participar juntamente com outros profissionais na elaboração e execução de campanhas educativas sobre doenças contagiosas e prevenção de acidentes internos, auxiliando na preparação do material didático pedagógico.

 Organizar palestras elucidativas, distribuindo publicações e outros materiais informativos, visando a conscientização dos empregados e do público em geral. 

 Acompanhar e autorizar as solicitações de compras de produtos e materiais diversos, necessários para as atividades do departamento. 

 Manter-se atualizado quanto a legislação de saúde vigentes, acompanhando as publicações, através de bibliografias especializadas, analisando mudanças, inovações ou introduções de novas tecnologias, a fim de colaborar com os estudos e pesquisas no campo de enfermagem. 

 Analisar os resultados das auditorias nas diversas áreas do seu departamento, verificando se os sistemas de trabalho estão sendo executados em conformidade com os requisitos constantes em normas e procedimentos da ISO 9001/2000, bem como tomando de medida e corretivas necessárias, com amplo cuidados da imparcialidade e justiça.


TABELA DE LOTAÇÃO DE PESSOAL, T.L.P., uma árdua tarefa da gerente de enfermagem, pois os Administradores Hospitalares muitas vezes não concordam com o montante demonstrado, pois acreditam que estimamos em super valorizar o quadro de pessoal de enfermagem. Assim sendo,

 O dimensionamento do pessoal de enfermagem é um tema que atualmente, está sendo muito discutido e abordado nos fóruns e na literatura de enfermagem. Esse maior interesse pelo assunto tem ocorrido porque as instituições precisam adequar seus custos com pessoal a uma nova realidade cujos recursos financeiros são mais escassos, necessitando melhorar o serviço prestado ou implementar novos métodos de assistência.

Os profissionais de enfermagem compreendem em torno de 60% do quadro de pessoal das instituições de saúde, o que representa um custo elevado quando comparado com as demais categorias. Além disso, deve ser lembrado que a equipe de enfermagem é a que normalmente exige maior número de contratações, demissões, horas de treinamento e aperfeiçoamento, dentre outras despesas.

O dimensionamento de pessoal de enfermagem "é a etapa inicial do processo de provimento de pessoal, que tem por finalidade a previsão da quantidade de funcionário por categoria, requerida para suprir as necessidades de assistência de enfermagem, direta ou indiretamente prestada à clientela.

A Resolução COFEN nº 168/1993 determina que cabe ao Enfermeiro Responsável Técnico da instituição garantir os recursos humanos necessários à assistência de enfermagem e à segurança do paciente. Apesar disso, muitas vezes a execução e decisão sobre lotação desse pessoal é realizada por profissionais de outras categorias, que consideram apenas a questão custo, deixando em segundo plano a real necessidade quantiqualitativa de recursos humanos para o desenvolvimento dessa assistência. Por esses motivos, a lotação de pessoal de enfermagem é hoje uma preocupação constante dos enfermeiros administradores e dos pesquisadores dessa área.

Entendemos que, no dimensionamento de pessoal de enfermagem, devem ser utilizadas metodologias e critérios que permitam uma adequação dos recursos humanos às reais necessidades de assistência, de modo que o paciente receba um cuidado de qualidade que proporcione segurança. Para que isso ocorra, é necessário considerar no método de cálculo de pessoal, alguns fatores normalmente desconsiderados, o que demonstramos na metodologia, na apresentação do Índice de Segurança Técnica.

É importante lembrar que uma parte considerável dos hospitais brasileiros utilizam, para o cálculo de pessoal de enfermagem, a fórmula proposta pela Liga Nacional de Educação em Enfermagem dos Estados Unidos da América do Norte e pela Associação Americana de Enfermeiras, que considera, como horas de assistência de enfermagem, números extraídos da realidade daquele país, totalmente inadequados para a nossa situação. Por isso, é lastimável que os administradores, bem como os responsáveis pela chefia dos serviços de enfermagem, utilizem esse método sem considerar as profundas diferenças entre a situação dos hospitais americanos e brasileiros.

Na tentativa de resolver o problema de cálculo do número de horas de assistência de enfermagem, tem sido introduzido, no dimensionamento de pessoal, o chamado Sistema de Classificação de Pacientes (SCP) que permite considerar a gravidade do paciente internado no cálculo de pessoal de enfermagem para o setor.

O SCP foi estudado inicialmente e apresentado como proposta a ser utilizada no cálculo de pessoal de enfermagem, por Ribeiro, em 1972. Hoje, existem várias propostas de SCP. Elas se diferenciam na forma de avaliação e no número de categorias que são avaliadas, mas todas são baseadas no cuidado progressivo ao paciente. Perroca, por exemplo, utiliza um instrumento com 13 indicadores de cuidados, com pontuação de um a cinco, conforme a complexidade do paciente. Por meio desse instrumento, o paciente recebe uma pontuação que indica a posição em que ele se enquadra no SCP.

Conhecedores dessas propostas e da realidade da instituição onde este estudo foi realizado, entendemos que o número de horas de assistência de enfermagem a ser usado no dimensionamento de pessoal, deve ser definido a partir de um estudo da complexidade da assistência a ser prestada aos pacientes de cada unidade, utilizando, para tal, o SCP.

Tendo como base essas considerações e a necessidade de realizar um estudo de dimensionamento de pessoal para o Serviço de Enfermagem onde trabalhamos, além da possibilidade de contribuir com a literatura sobre o tema, traçamos, para este estudo, os seguintes objetivos: 
- estipular um número de enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem que sirva de referência para a alocação de pessoal nos diversos setores da Diretoria de Enfermagem; 
- Verificar a adequação de um Sistema de Classificação de Pacientes para os diferentes setores onde ocorrem internações; 
- Definir o Índice de Segurança Técnica que reflita a realidade das ausências do pessoal na Diretoria de Enfermagem e 
- Verificar, junto aos enfermeiros chefes dos setores de internação, se o método utilizado para o dimensionamento de pessoal atende às necessidades de cada um desses setores.

Para distribuição do pessoal de enfermagem por categoria, procuramos utilizar percentuais condizentes com a nossa necessidade e realidade, pois entendemos que a proposta apresentada pela Resolução COFEN/189/96(8) é a ideal, mas não é aplicável à nossa instituição no momento atual, por aumentar demasiadamente o número de enfermeiros, profissionais não disponíveis no mercado. Assim, ficaram determinados os seguintes percentuais: 
- Setores de Internação: 15% de enfermeiros e 85% de técnicos ou auxiliares de enfermagem e 
- Unidades de Terapia Intensiva: 25% de enfermeiros e 75% de técnicos e auxiliares de enfermagem.

É importante ressaltar que, na realização do cálculo de pessoal para as Unidades de Terapia Intensiva, observou-se, além dessa metodologia, as determinações da Portaria MS/GM nº 3.432/98, que estabelece critérios para dimensionamento de pessoal dessas unidades.

Para que pudéssemos aplicar a fórmula proposta para o cálculo de pessoal, tendo, como orientação, a proposta de Fugulim, elaboramos um instrumento (Sistema de Classificação de Pacientes) para avaliar 9 indicadores relacionados com as necessidades do paciente e com a assistência de enfermagem: estado mental, oxigenação, sinais vitais, mobilidade, deambulação, alimentação, cuidado corporal, eliminação e terapêutica. A cada um desses indicadores é dada uma pontuação que varia de 1 a 5, conforme o grau de dependência do paciente.

Para proceder a classificação do paciente no SCP, elaboramos uma Folha de Classificação do Paciente quanto ao tipo de cuidado, onde foram registradas as pontuações dadas a cada paciente nos 9 indicadores. Em seguida, a pontuação total do paciente determina a sua classificação em um dos 4 tipos de cuidados propostos pela Resolução COFEN/189/96 - mínimo, intermediário, semi-intensivo e intensivo.

Agrupamento de pacientes por complexidade assistencial, Vale ressaltar que esse sistema prevê o observando o perfil de cada grupo ou categoria atendimento da demanda por grupos de pacientes;  previamente estabelecido; distribuição dos leitos para o realocação dos recursos materiais e humanos; o detalhamento da dinâmica operacional do sistema desencadeando, portanto, a necessidade de reorientação de toda equipe envolvida no processo assistencial 

Elaboraramos um instrumento cuja estrutura foi a avaliação de indicadores baseados na Teoria das  necessidades humanas básicas.

. Este instrumento foi validado através da aplicação da Técnica Delphi, com o objetivo de avaliar a extensão da dependência do paciente com relação à assistência de enfermagem. Em seu conteúdo são apresentados treze itens de avaliação (estado mental e nível de consciência, oxigenação, sinais vitais, nutrição e hidratação, motilidade locomoção, cuidado corporal, eliminações terapêutica, educação à saúde, comportamento, comunicação e integridade cutâneo-mucosa), onde cada item possui gradação de um a cinco, conforme intensidade crescente da complexidade assistencial. Somados o total de pontos de cada item obtém-se: 

De 13 a 26 pontos - Cuidados mínimos: cuidados a pacientes estáveis sob o ponto de vista clínico e de enfermagem, mas fisicamente autosuficientes quanto ao atendimento das necessidades humanas básicas;

 

De 27 a 39 pontos - Cuidados intermediários: cuidados a pacientes estáveis sob o ponto de vista clínico e de enfermagem, com parcial dependência das ações de enfermagem para o atendimento das necessidades humanas básicas; 

De   40 a 52   pontos - Cuidados  semi - intensivos:  cuidados a pacientes crônicos, estáveis sob o ponto de vista clínico e de enfermagem, porém, com total dependência das ações de enfermagem quanto ao atendimento das necessidades humanas básicas; 

De 53 a 65 pontos - Cuidados intensivos: cuidados a pacientes graves, com risco iminente de vida, sujeitos à instabilidade de sinais vitais, que requeiram assistência de enfermagem e médica permanente e especializada.

 Etapa inicial do processo de provimento de pessoal que tem por finalidade a previsão do quantitativo e qualitativo de funcionários requerida  para atender direta ou indiretamente, às necessidades de assistência de enfermagem da clientela.

Para que voce possa entender um pouco mais veja o link;

  http://www.ee.usp.br/graduacao/eno335/slide/dimensionamento.pdf

 


TABELA DE LOTAÇÃO DE PESSOAL     T.L.P.

Para estipular o número de enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem que servisse de referência para alocação de pessoal nas Gerencias de Enfermagem, utilizam, para os setores de internação, uma metodologia única que é recomendada hoje pela literatura, baseada no Sistema de Classificação de Pacientes (SCP).

Assim, para cálculo de pessoal de enfermagem desses setores, utilizamos as fórmulas seguintes, que equivalem à proposta de Gaidzinski:

 

NFTC = NPTC x NHTC x NDS e NFE = NFTC1 + NFTC2 + NFTC3 +   NFTC4 x 1 + IST                                                 

                    OH                                                                                   100                                                                                                       

 LEGENDA

NFTC = NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS POR TIPO DE CALCULO

NPTC = NÚMERO DE PACIENTES POR TIPO DE CUIDADO

NHTC = NÚMERO DE HORAS POR TIPO DE CUIDADO

NDS  = NÚMERO DE DIAS DA SEMANA

NFE  =  NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS DA ENFERMAGEM

CHS  =  CARGA HORÁRIA SEMANAL

IST    =  ÌNDICE DE SEGURANÇA TÉCNICA


Com relação à determinação do número de horas de assistência de enfermagem, nas 24 horas, por tipo de cuidado, utilizamos a recomendação da Resolução COFEN 189/96 que determina  o seguinte:

CADA CATEGORIA DE ASSISTENCIA UMA DETERMINADA HORA DE ASSISTÊNCIA POR PROFISSIONAL, ASSIM SENDO:

 

CATEGORIA ASSISTENCIAL   X N. HORAS POR PACIENTE
Cuidados mínimos                =                  3,8 horas/dia 
Cuidados intermediários        =                  5,6 horas/dia 
Cuidados semi-intensivos      =                  9,4 horas/dia
Cuidados intensivos              =                 17,9 horas/dia

 

OBS:  A prática nos leva á amenziar todos esses cálculos da seguinte forma:


 

Nº  de leitos  X categoria assistencial X  número de dias da semana + ìndice de segurança técnica (=20%)

                                                 carga horária semanal


Seguindo esse cálculo voce chegará á uma TLP ideal para compor sua equipe de enfermagem, sem que haja risco; com ela voce estará implantando inclusive o absenteísmo previsto e imprevisto

.OBS: vamos aplicar esse cálculos simulando um hospital com os seguintes leitos,e com carga horária de 44 horas semanias

 

CM I = 30 LEITOS

CMII = 14 LEITOS

MATERNIDADE = 20 LEITOS

BERÇARIO = 15 LEITOS

PEDIATRIA = 13 LEITOS

UTI = 13LEITOS

UCC = 06 LEITOS   SENDO: 04 BLOCOS OPERATÓRIOS  02 PARA RPA

PRONTO SOCORRO ADULTO = 26 LEITOS ;   SENDO

LOR ( leito operacional rotativo) – (maca) = 01

OBSERVAÇÕES = 16 LEITOS

 INALAÇÕES = 04 POLTRONAS

PRONTO SOCORRO INFANTIL  = 05 LEITOS

 

TOTAL DE LEITOS124 LEITOS, sendo assim teríamos um quadro, onde a carga horária é de 44 horas/semana - esse quadro refere-se á Auxiliares e Técnicos de Enfermagem.

Diante do exposto temos o seguinte quadro: 

 CM I = 30 LEITOS

30 X5,6 X 7 + 20%  = 1176[ + 20%]  235,2  = 1411,4   = 32 técnicos auxiliares

       44                                                        44

 CM II = 14 LEITOS

14 X 3,8 X 7 + 20%  = 372,4 [ + 20%]  = 74,48= 446,88  =10 técnicos auxiliares

           44                                                                       44

  MATERNIDADE  = 20 LEITOS

20 X5,6 X 7 + 20%  = 784 [ + 20%]  156,8  = 940,8   = 21 técnicos auxiliares

           44                                                                   44

  BERÇÁRIO = 30 LEITOS

30 X5,6 X 7 + 20%  = 1176[ + 20%]  235,2  = 1411,4   = 32 técnicos auxiliares

           44                                                                   44

 UCC = 30 LEITOS

30 X5,6 X 7 + 20%  = 1176[ + 20%]  235,2  = 1411,4   = 32 técnicos auxiliares

           44                                                                   44

  UTI = 30 LEITOS

30 X5,6 X 7 + 20%  = 1176[ + 20%]  235,2  = 1411,4   = 32 técnicos auxiliares

           44                                                                   44

 PSI = 30 LEITOS

30 X5,6 X 7 + 20%  = 1176[ + 20%]  235,2  = 1411,4   = 32 técnicos auxiliares

             44                                                                  44

     

 NÃO FICOU MAIS FÁCIL......

 Distribuição percentual, dos profissionais de enfermagem:

  Assistência mínima e intermediária

  de 33 a 37% de Enfermeiro e os demais são Técnicos de enfermagem

 Assistência semi intensiva

  de 42 a 46%, de 42 a 46% de Enfermeiros e os demais são técnicos e ou auxiliares deenfermagem

 Assistência intensiva,

 de 52 a 56% de Enfermeiros, demais são técnicos de enfermagem

 
CARACTERÍSTICAS DO HOSPITAL
FUNCOES DO HOSPITAL 

1.1.1 - PREVENTIVA 

Principalmente nos ambulatorios, onde os pacientes retornem apos a alta para controle. A prevencao consiste: Vigilancia materno-infantil; vigilancia no crescimento normal da crianca e adolescente; controle as doenca transmissiveis e prevencao da invalidez mental e fisica. 

1.1.2 - EDUCATIVA 

Atraves da educacao sanitaria e pratica da saude publica visando o paciente, a familia e a comunidade. Sob o ponto de vista de formacao e aperfeicoamento de profissionais de saude, como o campo de ensino afim de formar pessoal medico e paramedico, pois e onde se colocam em pratica os conhecimentos teoricos e inovacoes relacionadas com a saude e tambem com o objetivo de melhorar o padrao de atendimento nos locais de saude. 

1.1.3 - PESQUISA 

O hospital serve de campo para a pesquisa cientifica relacionada a saude. 

1.1.4 - REABILITACAO 

O hospital faz atraves do diagnostico precoce utilizando os cuidados clinicos, cirurgicos e especiais por meios dos quais o paciente adquire condicoes de retornar ao seu meio e suas atividades. 

1.1.5 - CURATIVA 

A funcao a qual o Brasil faz como funcao principal. Tratamento de qualquer natureza. 

1.2.0 - CLASSIFICACAO 

1.2.1 - SEGUNDO TRATAMENTO 

Geral E o hospital destinado a atender pacientes portadores de doencas das varias especialidade medicas. Podera ser restrito a um grupo etario (hospital infantil); a determinada camada da populacao (hospital militar); ou a finalidade especifica como hospital de ensino. 

Especial Limita-se a atender pacientes necessitados da assistencia de determinada especialidade medica. Ex. Hospital do Cancer. 

1.2.2 - SEGUNDO O NUMERO DE LEITOS 

Pequeno Porte E o hospital que possui capacidade normal ate 50 leitos. 
Medio Porte E o hospital que possui capacidade normal de 50 a 150 leitos. 
Grande Porte E o hospital que possui capacidade normal de 150 a 500 leitos. 
Extra ou Especial E o hospital que possui capacidade de acima de 500 leitos. 

1.2.3 - SEGUNDO A CONSTRUCAO 

Monobloco E o caso do predio ter so um bloco, Ex. Hospital das CLINICAS
Pavilhonar Em forma de pavilhoes, Ex. Santa Casa

ESTILOS DE LODERANÇA

A prática da liderança em enfermagem não difere na essência de outras áreas. A liderança é necessária em todos os tipos de organização humana principalmente nas organizações que são subdividida em departamentos. Onde administrador precisa conhecer a natureza humana e saber conduzir as pessoas, e ter principalmente a capacidade de resolução de problemas e atividades frente os mesmos (CHIVANATO, 1993).

 A liderança pode ser considerada um processo de influência que o indivíduo utiliza sobre o outro, para o alcance dos objetivos numa determinada situação. É através da liderança que o enfermeiro tenta conciliar as metas da organização com a do grupo de enfermagem, geralmente envolve o conceito de poder e autoridade, abrangendo todas as maneiras pelas quais se introduzem mudanças no comportamento de pessoas ou de um grupo de pessoas. Mas quanto esta forma de influência é negativa ela pode levar os liderados a questionarem o poder do enfermeiro dentro da equipe de enfermagem (BALSANELI, 2006). Existem vários estilos de liderança, sendo algumas positivas e outras negativas.

 Os Estilos de Liderança

A liderança constitui um dos temas administrativos mais pesquisados nas últimas décadas. Onde vários autores desenvolveram diversas teorias, sendo que estas foram se aperfeiçoando ao longo do tempo de acordo com as especificidades e necessidade que a organização apresentava para concretização de suas metas e objetivos (CHIAVENATO, 1993).

 Liderança autocrática:

Favorece a centralização do poder, promovendo um comportamento dependente e submisso aos membros do grupo, com sentimentos de tensão, frustração e sobre tudo apresenta manifestação de conflito entre membros da equipe. O trabalho somente se desenvolve com a presença física dos líderes, tendo a qualidade do serviço realizado inferior, mas produzindo em grande quantidade, sendo superior aos grupos de liderança democrática (WEBBE, 2005).

 Liderança democrática:

A autonomia do grupo para decidir e implementar estratégias para resolução dos problemas, para atingir metas, deixando o caráter do líder intervir apenas quando o grupo solicita e necessita de orientações técnicas aconselhamento. A liderança democrática apresenta maior qualidade no serviço prestado, mas com menor quantidade de serviços (CHIAVENATO, 1993).

 Segundo Kurcgant (1993), a grande desvantagem do estilo democrático e que a descentralização do poder influência a independência e o descomprometimento dos membros do grupo com os objetivos e medas da organização, ameaçando principalmente os líderes inseguros, cuja competência profissional e desqualificada seja vítima das críticas de seus subordinados. Diante das dificuldades enfrentadas no trabalho questionam a liderança da enfermagem, muitas vezes, quando solicitando o desempenho duplo papel de supervisor ou coordenador do cuidar, não realizando nenhuma das funções com qualidade.

 Liderança do situacional:

Para o estilo de liderança situacional, parte a convicção que não há um único estilo ou característica de liderança válida para toda e qualquer situação, cada uma requer um estilo de liderança diferente para alcançar a eficácia no trabalho e promover o desempenho satisfatório dos subordinados. Além de oferecer ao líder a possibilidade de se ajustar a um grupo com características diferentes as suas convicções (SILVA, 2007).

 Em uma equipe de enfermagem há pessoas com diferentes personalidades e de nível técnico variados, onde o enfermeiro tem que ter uma “visão” de grupo, ou seja, perceber em cada membro da equipe suas habilidades técnicas e ao mesmo tempo a superação de suas dificuldades, em meio a uma inter-relação entre a qualidade da orientação do líder que dedica um tempo determinado a explicar os deveres e responsabilidades de uma pessoa ou de todo grupo (WEBBE, 2005).

 Segundo Webbe (2005) é necessário que o enfermeiro tenha boa avaliação da maturidade de seus subordinados sendo a capacidade e a disposição de cada indíviduo do grupo assumir a responsabilidade do controle do seu próprio comportamento, visto que é subdividido em maturidade de trabalho, que esta relacionado com a capacidade de executar tarefas devido a disponibilidade do conhecimento e capacidade técnica e maturidade psicológica que refere-se a disponibilidade e motivação no cumprimento e atividade estabelecida.

 As Características de um Líder

Entre as características de um líder segundo Krecer e Crutchfield apud Kurcgant (1996), está a de coordenar a atividade do grupo, o planejamento destas atividades, o conhecimento técnico e específico, a determinação de recompensas e de punições, o papel de elemento “exemplo” do grupo. O conceito de líder envolve aceitação voluntária de sua autoridade pelos demais membros, e sua contribuição para o progresso do grupo.

 Segundo Chiavenato (1993), o líder é aquele que possui alguns traços específicos de personalidade que o distinguem das demais pessoas do grupo. Assim o líder apresenta características marcantes de personalidade por meio das quais podem influencias o comportamento dos membros do grupo.

 3 CONCLUSÃO

 Na realidade da prática assistencial o enfermeiro encontra nas instituições hospitalares um ambiente que favorece o cumprimento às ordens dadas e a responsabilidade de atender as funções fiscalizadoras dos serviços e até permuta de pessoal sob sua orientação. Alcançamos os objetivos traçados, pois a assistência de enfermagem deixa a desejar na atuação direta no cuidar ao paciente delegando a tarefa na maioria das vezes para técnicos e auxiliares de enfermagem. Uma vez que na grande parte do tempo o enfermeiro assume atividade denominada administrativa, referentes a administração de pessoal de enfermagem e equipamentos.

 O problema de pesquisa foi respondido no momento da percepção de que a enfermagem se constitui como parte fundamental da estrutura organizacional o poder de influência de novas habilidades, novos conhecimentos não apenas relacionado a técnicas operacionais, mas principalmente através de uma nova ótica administrativa com aumento na prestação de bens e serviços, bem como o bem pessoal que são o maior objetivo do cuidar em enfermagem.

 

 

 


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